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Muriaé (MG),  
     


História

Em sua história no Brasil, o fundador do Pró-Moradia, Padre Tiago Prins, colaborou com a construção e reformas de diversas igrejas e capelas por onde passou. No entanto, a Igreja do Porto, em Muriaé, havia sido recentemente reformada quando ele chegou à cidade. Nas ruas, por outro lado, a realidade era diferente. “Nesta paróquia, Deus tinha uma boa casa, mas muitos de Seus filhos não”, disse ao caminhar por um bairro mais humilde da cidade e ver que muitas famílias não tinham uma moradia digna. Essas famílias pagavam aluguéis que representavam metade de sua renda para morar em más condições.

Preocupado com o futuro das crianças, Padre Tiago buscou doações, reuniu alguns colaboradores e começou o primeiro mutirão de casas populares. O projeto Pró-Moradia foi, a partir daí, crescendo em tamanho, colaborações e iniciativas em prol da qualidade de vida dos moradores.

Linha do tempo

2010 – Um mês após receber a condecoração, Padre Tiago falece, deixando mais de 600 famílias com nova perspectiva de vida. Os bairros Marambaia e Vale Verde se fundiram e, por lei municipal, passaram à de Bairro Padre Tiago.

2010 – Padre Tiago, fundador do Pró-Moradia, recebe a condecoração de Cavaleiro da Ordem de Orange-Nassau, comenda concedida pela Rainha Beatrix de Holanda, em reconhecimento à sua obra.

2009 – Voluntários começam a oferecer aulas de violão e flauta para crianças e jovens dos bairros aos domingos. A iniciativa se tornou uma Escola de Música e, mais tarde, a banda Marcial Bernadete Carneiro.

2009 – Com o objetivo de estimular o aprendizado e interesse das crianças pela leitura, foi construído o Centro de Leitura Infantil (CELI) no bairro Vale Verde.

2008 – A proximidade do atendimento médico é uma questão muito importante para garantir a saúde dos moradores. Por isso, o Pró-Moradia doou ao Governo um terreno para a construção de um Posto de Saúde no bairro Vale Verde.

2004 – Preocupado com a educação das crianças do bairro, o Pró-Moradia doa ao município parte do seu terreno para a construção da Escola Municipal Ionir Bastos, entre os bairros Marambaia e Vale Verde.

2003 – Em reconhecimento às obras sociais, Padre Tiago recebe o Prêmio Mérito Lojista, conferido pela Federação das CDLs (Câmaras de Dirigentes Logistas) de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

2000 – Inaugurada a nova Capela no bairro Marambaia, possibilitando a um maior número de pessoas do bairro participar de celebrações, cultos e palestras.

1999 – Com a ajuda de Antoon Piet Kalkers e Jacoba Maria Kalkeres Von Haaster, casal filântropo holandês, o Pró-Moradia conseguiu comprar o terreno da fazenda Vale Verde, anexa ao bairro Marambaia.

1998 – O bairro Marambaia é totalmente ocupado por casas construídas pelo Pró-Moradia. O Projeto continua, então, no bairro São Joaquim.

1997 – Padre Tiago é liberado da Paróquia do Porto pelo superior provencial da Congregação MSC para se dedicar exclusivamente ao Pró-Moradia.

1995 – Com o crescimento do Projeto, surgiu a necessidade da aquisição de uma nova área. O então prefeito de Muriaé, Paulo Carvalho, doa ao Pró-Moradia terrenos no bairro São Joaquim, no outro extremo da cidade.

1994 - As obras sociais abriram, por conta própria, uma sala de ensino pré-escolar no bairro Marambaia.

1993 – O projeto precisou, pela primeira vez, comprar terrenos para garantir sua continuidade. O primeiro doador foi o governo do Estado de Minas Gerais, através do então deputado estadual Paulo Carvalho. Em seguida, o então presidente da Caixa Econômica, Danilo de Souza, conseguiu uma doação da Caixa Seguradora (seguradora da Caixa Econômica Federal).

1992 – O Pró-Moradia começou a receber doações de famílias, grupos de funcionários e empresas de Muriaé para a construção de casas. A cada seis meses, as famílias ou grupos doadores entregavam as chaves das casas aos novos moradores em uma cerimônia simbólica.

1992 – Padre Tiago, junto com colaboradores, inicia o primeiro mutirão do Pró-Moradia com dez chefes de família, construindo as dez primeiras casas. Os 32 primeiros lotes foram doados pela Prefeitura de Muriaé no bairro Marambaia. Os recursos para compra de material vieram da Holanda. As dez primeiras casas foram entregues em abril do mesmo ano.

   

 

 

 
 
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